Ontem à noite, às 18h30, aconteceu algo que muda completamente o cenário para os próximos meses: o Copom (Comitê de Política Monetária) não apenas manteve a Selic em 15% como esperado, mas sinalizou pela primeira vez que deve iniciar o ciclo de cortes de juros já em março.
Se você opera day trade ou está pensando em começar, precisa entender o que isso significa, não porque “juros menores são bons para a economia” (isso você já sabe), mas porque essa transição de política monetária cria padrões específicos de fluxo, volatilidade e oportunidades que podem tanto multiplicar ganhos quanto destruir contas de traders despreparados.
Este artigo não é sobre macroeconomia, é sobre operação, você vai descobrir exatamente o que mudou no comunicado de ontem, por que sinalização importa mais que a decisão em si, quais setores e ativos se beneficiam (e quais sofrem) em ciclos de cortes, como posicionar seu trading para fevereiro e março, e os erros que 90% dos traders cometem ao operar transições de política monetária.
Se você quer aproveitar essa mudança (e não ser pego de surpresa), continue lendo.
O Que Mudou HOJE no Comunicado do Copom
O Copom manteve a Selic em 15% ao ano pela quinta vez consecutiva, decisão unânime e dentro do esperado pelo mercado, mas o diferencial não está na decisão, está no que o Banco Central SINALIZOU para março.
A frase-chave do comunicado:
“O Comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, iniciar a flexibilização da política monetária em sua próxima reunião, porém reforça que manterá a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta.”
Traduzindo do economês para o português: “Se tudo continuar como está, vamos começar a cortar juros em março.”
Essa é a primeira vez desde que a Selic foi elevada para 15% (junho de 2025) que o Copom sinaliza explicitamente uma mudança de direção.
Comparação com o comunicado de dezembro de 2025:
Em dezembro, o tom era: “política monetária seguirá restritiva por um período bastante prolongado”, sem indicação de quando os cortes começariam.
Em janeiro (ontem), o tom mudou para: “antevê iniciar flexibilização na próxima reunião” (março).
Essa mudança de linguagem é o que move mercados.
Outras mudanças importantes:
- Projeção de inflação revisada para baixo: IPCA 2026 agora projetado em 3,4% (antes era 3,5%), dentro do teto da meta.
- Reconhecimento de desaceleração da inflação: O comunicado destaca que a prévia da inflação de janeiro (IPCA-15) ficou em 0,20%, segundo melhor resultado para um mês de janeiro desde 1994.
- Cauteloso mas otimista: Mantém que cenário internacional é incerto, MAS acrescenta que “conjuntura doméstica permite maior confiança”.
Por Que Sinalização Importa Mais Que a Decisão
Você pode estar pensando: “Mas a Selic continua em 15%, nada mudou hoje.”
Errado.
O mercado não opera a DECISÃO, opera a EXPECTATIVA.
Quando o Banco Central sinaliza uma mudança de direção, três coisas acontecem:
1. Reprecificação de Ativos
Ativos sensíveis a juros (ações, dólar, bonds) começam a se ajustar ANTES do corte acontecer, o mercado não espera março para reagir, reage HOJE.
Exemplo prático: se você sabe que em março a Selic vai começar a cair, você compra ações de empresas endividadas (que se beneficiam de juros menores) AGORA, não em março quando todo mundo já fez isso e o preço já subiu.
2. Mudança de Fluxo Institucional
Fundos de investimento, gestoras, bancos ajustam posições IMEDIATAMENTE após sinalizações do Copom, não no dia do corte.
Eles leem o comunicado linha por linha, identificam a mudança de tom, e rebalanceiam portfólios. Isso gera volume, volatilidade, oportunidades.
3. Antecipação de Tendência
Ciclos de cortes de juros historicamente duram 12-18 meses, se o primeiro corte é em março, o último pode ser em meados de 2027.
Traders que posicionam CEDO (fevereiro-março) pegam a tendência desde o início. Traders que esperam “confirmar” pegam migalhas.
Em resumo: A decisão de ontem foi “manter 15%”, mas a MENSAGEM foi “prepare-se para mudança em março”. Mercado opera mensagem, não decisão.
Como Mercados Reagem a Sinalizações de Cortes (Dados Históricos)
Olhando para ciclos anteriores de cortes da Selic (2017, 2019, 2020-2021), há padrões consistentes de como ativos reagem ENTRE a sinalização e o primeiro corte:
Ações (Ibovespa):
→ Costumam subir 3-7% nos 30-45 dias ANTES do primeiro corte
→ Small caps superam blue chips (maior alavancagem = mais sensíveis a juros)
→ Setores cíclicos (varejo, construção, consumo) lideram alta
Dólar (USDBRL):
→ Tende a cair (carry trade menos atrativo com juros menores)
→ Movimento pode ser de 2-4% nos 30 dias antes do primeiro corte
→ Volatilidade aumenta conforme corte se aproxima
Títulos Públicos (Tesouro Direto):
→ Prefixados se valorizam (juros futuros menores = títulos antigos valem mais)
→ NTN-Bs ficam laterais (inflação controlada + juros caindo = sem direção clara)
Commodities (Milho, Soja, Boi):
→ Reação mista (depende de câmbio vs demanda interna)
→ Real mais forte prejudica exportações, mas juros menores estimulam consumo interno
Importante: Isso não é garantia, mas são padrões que se repetiram nos últimos 3 ciclos de cortes.
Setores Beneficiados vs Prejudicados em Ciclo de Cortes
Quando o Banco Central inicia ciclo de cortes, não é “todo mundo ganha”, há vencedores e perdedores claros.
✅ SETORES BENEFICIADOS (Favorecer em Fevereiro-Março)
1. Varejo (LREN3, MGLU3, ARZZ3)
Por quê: Crédito fica mais barato, consumidor volta a comprar parcelado, vendas aumentam.
Padrão histórico: Varejo costuma subir 10-15% nos primeiros 3 meses de ciclo de cortes.
2. Construção Civil (MRVE3, CYRE3, EZTC3)
Por quê: Financiamento imobiliário fica acessível, vendas de imóveis aceleram.
Atenção: Reação pode ser atrasada (6-9 meses), mas sinalização já move ações.
3. Small Caps Endividadas
Por quê: Empresas menores com dívida alta sofrem MUITO com juros altos, e se beneficiam MUITO de juros baixos.
Exemplo: Empresas de tecnologia, startups, construtoras regionais.
4. Consumo Cíclico (BEEF3, SBSP3, restaurantes)
Por quê: Renda disponível aumenta (menos juros de cartão/cheque especial), pessoas gastam mais.
5. Ações Growth (Tecnologia, Saúde)
Por quê: Valuation de empresas que crescem rápido é sensível a juros (desconto de fluxos futuros), juros menores = valuation maior.
❌ SETORES PREJUDICADOS (Evitar ou Vender)
1. Bancos (BBAS3, ITUB4, BBDC4)
Por quê: Spread bancário tende a comprimir quando Selic cai, lucro financeiro diminui.
Padrão histórico: Bancos costumam subir ANTES do corte (especulação), mas cair DEPOIS (realização).
2. Seguradoras (BBSE3)
Por quê: Rentabilidade de reservas técnicas cai com juros menores.
3. Títulos Pós-Fixados (Tesouro Selic, CDBs pós)
Por quê: Rendem menos quando Selic cai (óbvio, mas muita gente não reposiciona a tempo).
4. Empresas com Caixa Grande em Renda Fixa
Por quê: Receita financeira diminui drasticamente.
Importante: Isso não significa “nunca opere bancos”, significa “esteja ciente que o vento está contra”.
5 Estratégias Práticas Para Fevereiro-Março 2026
Agora que você entende a mudança, aqui estão ações concretas para posicionar seu trading nos próximos 45 dias (até o primeiro corte em março):
Estratégia #1: Rotation Trade (Sair de Bancos, Entrar em Varejo)
O que fazer:
Se você opera ações, considere reduzir exposição em bancários (BBAS3, ITUB4) e aumentar em varejo/consumo (LREN3, MGLU3, ARZZ3).
Como executar:
Não faça tudo de uma vez, faça gradualmente ao longo de fevereiro, aguarde pullbacks em varejo (correções de 2-3%) para entrar, não compre no topo.
Gestão de risco:
Se varejo cair mais de 5% em 1 semana, pause e reavalie (pode ser sinal de que mercado não acredita na sinalização).
Estratégia #2: Sell USDBRL (Vender Dólar em Alta)
O que fazer:
Se dólar subir para 5.30-5.35 em fevereiro (resistências técnicas), considere vender WDO (mini-dólar) com alvo em 5.15-5.20.
Lógica:
Ciclo de cortes tende a enfraquecer dólar no Brasil (carry trade menos atrativo), qualquer alta é oportunidade de venda.
Gestão de risco:
Stop acima de 5.40 (se romper, estratégia falhou).
Estratégia #3: Buy the Dip em Small Caps
O que fazer:
Monte uma watchlist de 5-7 small caps endividadas que você conhece, quando houver correção de 3-5% em dias de volatilidade, compre.
Lógica:
Small caps vão ser as maiores beneficiadas do ciclo de cortes, qualquer queda é oportunidade (se fundamentos estão ok).
Gestão de risco:
Small caps são voláteis, use posição menor (30-50% do que você usaria em blue chips).
Estratégia #4: Scalp Volatilidade Pré-Reunião Março
O que fazer:
Na semana de 10-14 março (semana antes da reunião Copom), mercado ficará mais volátil, opere scalps rápidos (compra suporte/vende resistência).
Lógica:
Semanas pré-Copom têm volatilidade intradiária alta mas movimento direcional baixo (todo mundo esperando), ideal para scalpers.
Gestão de risco:
Stops apertados (0.5-1%), não carregue posição overnight.
Estratégia #5: Paciência com Bancos (Não Force Compra)
O que fazer:
Se você opera bancos, não force compras em fevereiro-março. Aguarde confirmação de que cortes não afetarão tanto spread quanto mercado teme.
Lógica:
Bancos podem subir no curto prazo (especulação), mas tendência de médio prazo é neutra/baixa até haver clareza sobre impacto nos lucros.
Gestão de risco:
Se operar bancos, opere só day trade (não swing), e com tamanho reduzido.
Por Que Operar Transições de Política Monetária Com Mesa Proprietária
Mudanças de política monetária (como essa sinalização de cortes) geram oportunidades, mas também armadilhas, o mercado fica mais volátil, fluxos institucionais movem bilhões rapidamente, e padrões técnicos podem ser invalidados da noite para o dia.
Operar essas transições sozinho, com capital pessoal, sem estrutura, é arriscado.
Vantagens de operar com mesa proprietária em momentos de mudança macro:
1. Você opera com capital da mesa, não com seu patrimônio
Se a estratégia de rotation (sair de bancos, entrar em varejo) não funcionar e você tomar stop, o capital afetado é da mesa, não da sua conta bancária pessoal.
Em momentos de mudança de política monetária, até traders experientes erram leituras. Melhor errar com capital da casa.
2. Acesso a análise institucional em tempo real
Mesas proprietárias sérias têm acesso a relatórios de bancos, análise de fluxo, e insights de traders que já operaram ciclos anteriores de cortes.
Você não precisa decifrar o comunicado do Copom sozinho. Alguém já leu, já comparou com comunicados anteriores, já identificou as mudanças-chave.
3. Flexibilidade para operar múltiplos ativos
Ciclos de cortes afetam TUDO: ações, dólar, índice, commodities, bonds. Você precisa de flexibilidade para entrar onde a oportunidade está.
Na maioria das mesas, você fica preso a um único ativo. Na LVL, com um único plano, você opera tanto mini contratos (WIN, WDO) quanto ações (PETR4, VALE3, BBAS3).
Se você vê que varejo está bombando mas mini-índice está lateral, você muda de ativo. Se bancos caem mas WDO tem setup, você pivota.
Essa flexibilidade é CRÍTICA em momentos de transição macro.
4. Sem necessidade de construir margem
Aqui está o diferencial mais importante da LVL: você não precisa construir margem.
Em outras mesas, se você opera simulador remunerado, seus ganhos ficam “presos” até você atingir margem X para liberar conta real. Isso pode levar meses.
Na LVL, se você ganhou, pode sacar. Mesmo no simulador remunerado.
Por quê isso importa agora? Porque ciclo de cortes de março pode durar até meados de 2027, você não quer esperar 6-12 meses construindo margem enquanto as melhores oportunidades do ciclo passam.
Você quer operar AGORA, ganhar AGORA, e se beneficiar do ciclo desde o primeiro corte.
5. Regras claras de gestão de risco
Transições de política monetária são imprevisíveis, mesmo com toda a preparação, o mercado pode reagir de forma inesperada (sell the news, por exemplo).
Mesas proprietárias têm limites de perda diária, semanal, mensal. Isso PROTEGE você de revenge trading ou overtrading em momentos de alta volatilidade.
Se você toma stop tentando operar a sinalização do Copom, a regra te força a pausar, respirar, e não destruir sua conta perseguindo prejuízo.
Como Começar na LVL e Operar o Ciclo de Cortes Desde o Início
A LVL Trading é a primeira mesa proprietária do Brasil (desde 2013), com mais de R$ 40 milhões pagos a traders e 1.200+ profissionais formados.
Oferecemos dois caminhos:
Planos FastTrack (Sem Avaliação)
Você começa operando no simulador remunerado IMEDIATAMENTE, sem avaliação prévia, se atingir as metas de lucro e gestão de risco, avança para operar capital real da LVL.
Diferencial: Ganhou? Pode sacar. Não precisa construir margem.
Planos Com Avaliação
Você demonstra consistência no simulador, é aprovado, e opera capital real da LVL desde o início.
Ambos os caminhos oferecem:
- ✅ Opere mini contratos (WIN, WDO) + ações (PETR4, VALE3, etc) com UM ÚNICO PLANO
- ✅ Plataformas profissionais (Profit, Nelogica)
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- ✅ Suporte técnico e operacional
- ✅ Lives semanais com análise de mercado
- ✅ Sem necessidade de construir margem (ganhou = saca)
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Não opera essa transição de política monetária sozinho. O ciclo de cortes está começando, e quem se posiciona AGORA (fevereiro-março) pega a tendência desde o início.
Calendário: Datas-Chave Para Fevereiro-Março
Para você se organizar e não perder momentos importantes:
04 Fevereiro (Terça):
→ Ata do Copom publicada (detalhes da discussão de ontem, possíveis insights adicionais)
18-19 Março:
→ Segunda reunião do Copom 2026 (primeiro corte esperado, provavelmente 0,5pp → Selic vai para 14,5%)
Semana de 10-14 Março:
→ Volatilidade aumenta conforme reunião se aproxima, oportunidades de scalp
25 Março (Terça):
→ Ata da reunião de março (confirma ritmo de cortes futuros)
Salve essas datas no seu calendário.
Erros Fatais Ao Operar Transições de Política Monetária
Mesmo entendendo a sinalização, 90% dos traders cometem os mesmos erros ao operar transições macro:
Erro #1: Operar “all-in” na direção esperada
“Copom sinalizou cortes, vou comprar 100% em small caps de uma vez!”
Resultado: Se houver sell the news ou evento inesperado (guerra, crise fiscal, etc), você perde tudo.
Solução: Posicione gradualmente (20-30% por semana), ajuste conforme confirmação.
Erro #2: Ignorar que “priced-in” existe
Mercado pode ter precificado 80% dos cortes JÁ, a sinalização de ontem pode não gerar mais upside.
Solução: Observe REAÇÃO nos próximos dias. Se varejo não sobe com força, talvez já esteja precificado.
Erro #3: Esquecer que Banco Central pode MUDAR de ideia
“Antevê iniciar flexibilização” ≠ “VAI COM CERTEZA cortar em março”
Se inflação disparar em fevereiro ou dólar explodir, Copom pode voltar atrás.
Solução: Monitore IPCA-15 de fevereiro (divulgado ~20 fev), se vier acima de 0,30%, cuidado.
Erro #4: Overtrading na primeira semana
Ontem saiu sinalização, hoje mercado reage, nos próximos 3-5 dias haverá volatilidade alta.
Muitos traders operam DEMAIS tentando pegar cada movimento.
Solução: Escolha 2-3 setups de alta convicção, opere só esses, ignore o resto.
Erro #5: Não ter plano para cenários alternativos
“Vou operar assumindo que Copom corta 0,5pp em março.”
E se cortar 0,25pp? E se NÃO cortar?
Solução: Tenha estratégia para cada cenário (bull, bear, neutro).
Perguntas Frequentes (FAQ)
1. O Copom VAI cortar em março ou é só sinalização?
A sinalização usa a expressão “em se confirmando o cenário esperado”, o que significa que o corte NÃO é garantido, depende de inflação, câmbio e atividade econômica se comportarem conforme projetado. No entanto, o mercado está precificando 85-90% de chance de corte em março, baseado no tom do comunicado. A ata de 04 de fevereiro pode dar mais clareza.
2. Quanto o Copom deve cortar? 0,25pp ou 0,5pp?
O consenso é 0,5 ponto percentual (levando Selic de 15% para 14,5%), que é o ritmo que analistas do Boletim Focus esperam para 2026. Se cortar 0,25pp, seria sinal de maior cautela e poderia decepcionar mercado. Se cortar 0,75pp (improvável), seria agressivo demais e poderia assustar com inflação futura.
3. Eu devo reposicionar meu portfólio AGORA ou esperar março?
Depende do seu estilo. Traders de curto prazo (day trade, scalp) operam a reação IMEDIATA (hoje, amanhã), aproveitando volatilidade. Traders de médio prazo (swing, position) esperam confirmação nos próximos 5-10 dias para ver se movimento se sustenta, e então posicionam gradualmente ao longo de fevereiro. Não há “certo” ou “errado”, mas histórico mostra que quem espera março perde boa parte do movimento (que acontece ANTES do corte).
4. Small caps SEMPRE sobem em ciclo de cortes ou há exceções?
Small caps tendem a ter performance superior (outperform) em ciclos de cortes porque são mais alavancadas e sensíveis a custo de capital. MAS isso não é automático, se a economia entrar em recessão (cenário atual não indica isso), small caps podem cair mesmo com juros menores, porque vendas despencam. E se dólar disparar (improvável com cortes, mas possível), small caps exportadoras sofrem. Portanto, escolha small caps com fundamentos sólidos, não apenas porque “juros vão cair”.
5. Como eu sei se a estratégia está funcionando ou se devo ajustar?
Defina ANTES métricas de sucesso. Exemplo: “Se varejo subir 5%+ até 15 de fevereiro, estratégia está funcionando. Se cair ou ficar lateral, erro de leitura.” Revise semanalmente (toda sexta-feira), compare performance real vs esperada. Se em 2-3 semanas a estratégia não está entregando, PARE e reavalie, não persiga prejuízo achando que “vai funcionar eventualmente”. Mercado sempre tem razão, nossas teses nem sempre.
Equipe LVL Trading
Este conteúdo foi criado por mentores, analistas e gestores de risco que traduzem a prática diária de mercado em conteúdos aplicáveis para quem quer profissionalizar o trading.
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